Dia Internacional da Mulher – Coletiva ‘Feminino Plural’ alerta sobre violência contra a mulher

A exposição será aberta nesta quarta-feira (08), às 19h, na Galeria Antônio Almeida da Ufma.

A Universidade Federal do Maranhão (Ufma) promoverá nesta quarta-feira (08), dia internacional da Mulher, a inauguração da coletiva ‘Feminino Plural’, exposição que reúne trabalhos das artistas visuais Marlene Barros, Rosilan Garrido, Marília de Laroche, Ana Borges, Júlia Emília, Wilka Sales, Romana Maria, Larissa Menendez, Regiane Cayré e Sandra Cordeiro e dos artistas convidados Paulo César, Miguel Veiga e Marcos Ferreira.

Aberta ao público, a vernissage será às 19h, na Galeria Antônio Almeida, situada na sede provisória do Departamento de Assuntos Culturais/Proexce (rua Humberto de Campos, 174. Centro), em São Luís (MA). A mostra ficará aberta para visitação pública até o dia 24 deste mês, de segunda a sexta, das 9h às 12h e das 14h às 19h. A coletiva tem apoio da TV UFMA, Universidade FM, Gráfica Universitária e Fundação Sousândrade de apoio à Ufma.

FEMININO PLURAL QUADRADO-01Segundo o curadora Marlene Barros, a mostra alerta a população sobre a violência que ainda vivem muitas mulheres, em pleno século 21. Ela explica ainda que “o título ‘Feminino Plural’ justifica-se pela participação de artistas do sexo masculino, convidados para abordar um tema que faz parte do universo de todos nós, refletindo assim o espirito do tempo, a visão, o pensamento e o sentimento de pessoas diversas”, disse a curadora.

A curadora destaca ainda que “o denominador comum entre os artistas nessa constelação, é que cada um abarca um mundo específico com problemáticas diversas: a intimidade, o desejo, o espaço habitável, a fragilidade da vida, a figuralidade de um corpo social e tantos outros temas abordados aqui, se unem em um laço, onde a arte participa como protagonista dessa circulação simbólica, com sua presença por vezes inquietante”.

Durante a inauguração haverá a apresentação da performance “lhadas”, que tem concepção, criação e atuação cênica da atriz Júlia Emília. O trabalho faz parte de uma trilogia que se propõe a constituir linguagem com a qual uma artista da cena começa a escrever sua própria história e sistematizar suas ideias, teorias, técnicas e análises. A performance  ganhou o Prêmio Desenvolvimento Humano Fapema 2016.