Exposição abre nesta quinta, 30 de agosto, às 19h.

Em ‘Neopalafitas’, artista visual Ribaxé, apresenta um olhar sobre o vernacular

Mais uma exposição contemplada pelo edital de ocupação da Galeria Antônio Almeida, principal espaço de exposições visuais do Palacete Gentil Braga (rua Grande, 782 – Centro), em São Luis (MA), será inaugurada nesse ano. Trata-se da mostra ‘Neopalafitas: Um Olhar Sobre o Vernacular’, do designer e artista visual José de Ribamar Matos Junior (Ribaxé). A exposição será aberta no dia 30 de agosto/18, às 19h, e ficará aberta ao publico até o dia 28 de setembro/18, de segunda a sexta-feira, das 8h às 12h e das 14h às 18h.

Escolas e grupos que desejarem fazer visitas monitoradas à exposição poderão agendar pelos telefones 98 3272 9361 ou 3272 9362. Com 20 pinturas produzidas em formatos diferentes, inspiradas e fundamentadas nas palafitas da ilha de São Luís, a  mostra é  uma realização da Universidade Federal do Maranhão, por meio do Departamento de Assuntos Culturais da Pró-Reitoria de Extensão, Cultura e Empreendedorismo, com apoio da Fundação Sousândrade, TV Ufma e Universidade FM.

EXPOSIÇÃO_NEOPALAFITAS CAMPANHA_CARTAZPinturas – Em ‘Neoplafitas’, o autor apresenta uma proposta de interpretação conceitual, visual e gráfica para fins de elaboração de pinturas sobre papelão, couro e telas. “Utilizo técnicas de pinturas mistas e o assemblage, com uso e aplicações de referências físicas e materiais, acerca de uma temática sobre as palafitas da cidade de São Luis do Maranhão. A exposição está inspirada, associada e aplicada de forma conceitual aos estilos dos pintores do neoplasticismo, estilo neoplástico e neoplasticista”, afirma Ribaxé.

Entre os autores referenciais para a mostra estão Piet Mondrian, Theo van Doesburg e Wassily Kandinsky. “Não sigo o rigor estético e filosófico desses autores, e sim, na demonstração e valorização da estética arquitetônica vernacular dessas construções sobre palafitas, como representações visuais, geométricas, abstratas e coloridas, em contrapartida à forma de representação da estética de miséria e pobreza sempre associadas a elas, construidas com e sobre paus extraídos de mangues, lixos e entulho, explica o artista.